Com o avanço do período de estiagem e o aumento do risco de queimadas, a Prefeitura de Ubá informou que iniciou a manutenção de aproximadamente 5 km de aceiros em áreas verdes e espaços de preservação ambiental do município.
O trabalho começou em 14 de julho no entorno do Horto Florestal, onde está prevista a abertura de mais de 1,5 mil metros de faixas de proteção. A intervenção busca dificultar a propagação das chamas e proteger a vegetação, os animais e as áreas de conservação do parque – o Horto também abriga o último lixão de entulhos da enchente de fevereiro, que já deveria ter sido desativado, segundo previsão inicial da prefeitura, mas a verba destinada para a obra foi insuficiente. Um valor adicional de R$ 4,2 milhões foi autorizado pelo governo federal para esse serviço.
Os aceiros são faixas de terreno das quais a vegetação seca e outros materiais combustíveis são retirados. Em caso de incêndio, esses corredores funcionam como barreiras para reduzir a velocidade das chamas ou impedir que o fogo alcance outras áreas.
Em Ubá, o serviço está sendo executado com um trator de esteira. Segundo a Secretaria Municipal de Agricultura e Ambiente, a mecanização permite abrir faixas mais uniformes e cobrir áreas maiores durante o período de maior risco.
Depois do Horto Florestal, a previsão é que o trabalho alcance áreas municipais que receberam reflorestamento, compensações ambientais ou que ainda estão em processo de recuperação. Estão incluídos pontos nos bairros Eldorado, Shangrilá, Dico Teixeira e Vila Mariah.
Ao todo, a administração municipal prevê a manutenção de cerca de cinco mil metros lineares de aceiros.
O secretário municipal de Agricultura e Ambiente, Salomão Curi, afirmou que a ação integra o planejamento preventivo para os meses de estiagem.
“Neste período, a prevenção é a nossa maior aliada. A ação foi planejada para proteger as áreas verdes, preservar o patrimônio ambiental e reduzir os riscos de incêndios que podem causar prejuízos à natureza e à população”, declarou.
O gerente da Divisão de Agricultura e Desenvolvimento Rural, Paulo Gomes, explicou que as faixas abertas pelo trator retiram a vegetação que poderia alimentar as chamas.
“Essa técnica cria uma faixa livre de vegetação combustível, funcionando como uma barreira de contenção caso ocorra algum foco de incêndio. Com isso, conseguimos ampliar a proteção das áreas reflorestadas e dos espaços que passam por recuperação ambiental”, afirmou.
Estiagem aumenta risco de queimadas
A vegetação mais seca, a baixa umidade e os períodos prolongados sem chuva favorecem o surgimento e a rápida propagação de incêndios. Além dos danos à fauna e à flora, as queimadas podem atingir residências, propriedades rurais, redes de energia e áreas próximas a bairros.
A maior parte dos focos de incêndio em áreas urbanas e rurais está relacionada à ação humana, seja pela queima de lixo e limpeza de terrenos, seja pelo descarte de materiais inflamáveis ou de objetos que ainda estejam acesos.
A Prefeitura alertou que colocar fogo em lotes, vegetação ou resíduos é proibido e pode colocar em risco áreas públicas, imóveis particulares e a segurança dos moradores.
A manutenção dos aceiros deverá continuar ao longo do período de estiagem nas áreas consideradas prioritárias pela Secretaria de Agricultura e Ambiente.A manutenção dos aceiros ocorre em um momento de aumento das ocorrências de fogo em vegetação em Minas Gerais. Entre janeiro e a primeira quinzena de julho, o Corpo de Bombeiros registrou 6.038 casos no Estado, média de 31 por dia.
Segundo os bombeiros, mais de 95% das ocorrências têm origem relacionada à ação humana.Com o avanço do período de estiagem e o aumento do risco de queimadas, a Prefeitura de Ubá iniciou a manutenção de aproximadamente cinco quilômetros de aceiros em áreas verdes e espaços de preservação ambiental do município.
O trabalho começou em 14 de julho no entorno do Horto Florestal, onde está prevista a abertura de mais de 1,5 mil metros de faixas de proteção. A intervenção busca dificultar a propagação das chamas e proteger a vegetação, os animais e as áreas de conservação do parque.
Os aceiros são faixas de terreno das quais a vegetação seca e outros materiais combustíveis são retirados. Em caso de incêndio, esses corredores funcionam como barreiras para reduzir a velocidade das chamas ou impedir que o fogo alcance outras áreas.
Em Ubá, o serviço está sendo executado com um trator de esteira. Segundo a Secretaria Municipal de Agricultura e Ambiente, a mecanização permite abrir faixas mais uniformes e cobrir áreas maiores durante o período de maior risco.
Depois do Horto Florestal, a previsão é que o trabalho alcance áreas municipais que receberam reflorestamento, compensações ambientais ou que ainda estão em processo de recuperação. Estão incluídos pontos nos bairros Eldorado, Shangrilá, Dico Teixeira e Vila Mariah.
Ao todo, a administração municipal prevê a manutenção de cerca de cinco mil metros lineares de aceiros.
O secretário municipal de Agricultura e Ambiente, Salomão Curi, afirmou que a ação integra o planejamento preventivo para os meses de estiagem.
“Neste período, a prevenção é a nossa maior aliada. A ação foi planejada para proteger as áreas verdes, preservar o patrimônio ambiental e reduzir os riscos de incêndios que podem causar prejuízos à natureza e à população”, declarou.
O gerente da Divisão de Agricultura e Desenvolvimento Rural, Paulo Gomes, explicou que as faixas abertas pelo trator retiram a vegetação que poderia alimentar as chamas.
“Essa técnica cria uma faixa livre de vegetação combustível, funcionando como uma barreira de contenção caso ocorra algum foco de incêndio. Com isso, conseguimos ampliar a proteção das áreas reflorestadas e dos espaços que passam por recuperação ambiental”, afirmou.
Estiagem aumenta risco de queimadas
A vegetação mais seca, a baixa umidade e os períodos prolongados sem chuva favorecem o surgimento e a rápida propagação de incêndios. Além dos danos à fauna e à flora, as queimadas podem atingir residências, propriedades rurais, redes de energia e áreas próximas a bairros.
A maior parte dos focos de incêndio em áreas urbanas e rurais está relacionada à ação humana, seja pela queima de lixo e limpeza de terrenos, seja pelo descarte de materiais inflamáveis ou de objetos que ainda estejam acesos.
A Prefeitura alertou que colocar fogo em lotes, vegetação ou resíduos é proibido e pode colocar em risco áreas públicas, imóveis particulares e a segurança dos moradores.
A manutenção dos aceiros deverá continuar ao longo do período de estiagem nas áreas consideradas prioritárias pela Secretaria de Agricultura e Ambiente.



